CASO PACOVAN: Eudes Sampaio depõe no STF e romantiza participação de Josimar Maranhãozinho e Pastor Gildenemyr
O "caso Pacovan" se refere ao assassinato do empresário Josival Cavalcanti da Silva, conhecido como Pacovan, ocorrido em 14 de junho de 2024, em Zé Doca (MA). O crime foi motivado por um desvio de R$ 3 milhões cometido por sua ex-sócia, que Pacovan descobriu e exigia a devolução. Suspeitos de serem os mandantes do crime e de participação na execução foram presos, e as investigações continuam para identificar os executores.
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Sampaio, que nega a denúncia que deu origem ao processo —, as investigações ganham nova perspectiva. A ausência de provas materiais e a origem institucional dos recursos reforçam a tese de que não houve direcionamento irregular ou envolvimento pessoal de parlamentares no repasse dos valores.
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O depoimento do ex-prefeito enfraquece a acusação contra Josimar de Maranhãozinho e fortalece o entendimento de que os repasses ocorreram dentro da legalidade, sem vínculos diretos com o deputado.
*Eudes confrontou Pacovan*
Num primeiro depoimento, Eudes Sampaio já havia relatado como se deu a conversa com Pacovan sobre o assunto.
De acordo com o ex-gestor, nos primeiros dias de 2022 seu secretário de saúde teria afirmado que o dinheiro havia sido enviado ao município. “Eu nem sabia se poderia ser emenda ou não. Nós recebemos com satisfação e usamos o dinheiro”, disse no primeiro interrogatório.
Eudes afirma que, em dado momento, Pacovan afirmou que ele era quem teria conseguido a verba destinada à cidade então comandada por Eudes, ao que este agradeceu. Na sequência, Pacovan teria dito que foi até ele para “acertar o meu”.
_“Aí eu disse: ‘O seu? Nunca te vi, nunca acertei nada com você, e não tenho nada a acertar com você’. Nisso, ele [Pacovan] tentou começar a se identificar quem ele era […] talvez para me amedrontar”, disse Eudes._
O ex-prefeito de São José do Ribamar, no entanto, disse que não foi mencionado que a suposta cobrança seria por causa de emendas, ou sequer teriam mencionado o nome de deputados. “Aí ele deu a entender que era emenda, mas ele não falou o nome de ninguém. Não chegou nem a falar que era emenda parlamentar”, afirmou Eudes.
De acordo com Eudes Sampaio, o secretário de saúde foi questionado sobre a origem dos recursos e afirmou que “não tinha nome de parlamentar nenhum”. “Na época ele até completou: ‘Só se for de bancada, mas mesmo assim não aparece nada no sistema’”.
Com informações do Blog do Gilberto Leda
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